Campanha Setembro Amarelo Escola Natasha Franco Vieira

 

Campanha Setembro Amarelo Escola Natasha Franco Vieira

 

O papel do ambiente educacional na saúde mental dos nossos jovens é oferecer a eles um local acolhedor onde possam expressar a nível máximo sua individualidade, sua criatividade, onde possam ser livres para expressão e informá-los a respeito de instituições onde possam resolver suas fragilidades, a fim de que sua mente esteja sã para entrar em um verdadeiro processo de entrega ao aprendizado.

Caso esteja precisando conversar, ligue para o CVV (Centro de Valorização da Vida). 141. Os voluntários também atendem sob total sigilo por telefone, email, chat e voip 24 horas todos os dias.

A campanha é em setembro, mas o cuidado com o outro deve ser o ano todo.

 

 

A campanha  de prevenção ao suicídio não acaba em setembro.

Em janeiro João tinha toc, foi chamado de bobo.
Em fevereiro Paula era bipolar, e a chamaram de doida.
Em março Júlia tinha crises de ansiedade, e diziam para ela se focar no presente.
Em abril Leandra tinha anorexia, e ouvia as pessoas rindo e falando dela.
Em maio Maria teve síndrome do pânico, e disseram que era frescura.
Em junho Pedro teve depressão, e foi chamado de fraco.
Em julho Lucas descobriu a esquizofrenia, e disseram que era invenção da cabeça dele.
Em agosto Daniel teve transtorno da personalidade borderline, e falavam que ele queria chamar atenção.
Em setembro tudo ficou Amarelo, as pessoas começaram a entender todos os problemas e nos estenderam a mão, nos medicaram e postaram textos em suas redes sociais para nos apoiar.
Porém em outubro continuaram a nos chamar de loucos, fracos, e diziam que nos faltava fé. “Sua vida é tão boa!”, “Como pode reclamar?”, eles diziam.
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Em novembro Pedro se matou, “Mas era tão jovem!”, “Era uma boa pessoa”, porém tudo que Pedro queria era que todos os meses fossem amarelos também, que os julgamentos acabassem e que as pessoas realmente entendessem que os problemas psicológicos não são escolha nossa, e que nós precisamos de ajuda não só em setembro, mas em todos os meses. Então a partir de hoje faça o Setembro Amarelo ser presente em todos os dias do ano, pois agora mesmo você pode estar ao lado de um Pedro e não sabe.

texto: @diariodeansidade1

PREVENÇÃO AO SUICÍDIO: NINGUÉM ESTÁ SOZINHO

O suicídio é um acontecimento muito complexo que apresenta algumas vertentes e pode acometer pessoas de várias classes sociais, culturais e financeiras; ao longo do tempo, essa prática vem se avolumando em ocorrências envolvendo jovens entre 13 e 18 anos e pessoas adultas, depois da faixa dos 40 anos de idade.

Os tendenciosos a auto-destruição sofrem significativas alterações no seu comportamento corriqueiro, dando sinais de depressão, que vão da melancolia à euforia, dependendo da habitualidade de proceder.

Os adolescentes até o início da fase adulta, por vezes, tentam o suicídio e até mesmo praticam, decorrente da sensação que sentem de abandono ou de incompreensão e, os adultos têm a sua propensão favorecida por frustrações de todo tipo, mas na grande maioria, voltadas à problemas financeiros ou sentimentais.

A propensa condição da crise suicida pode ser amenizada ou até exaurida se, tiverem amparo de familiares ou amigos; via de regras, essas pessoas se apresentam apáticos, com desinteresse generalizado, com introversão ou extroversão, o que vai variar, de acordo com sua característica pessoal.

Deve-se sempre estar atento as alterações de comportamento das pessoas que são próximas a nós, quando ao denotar esse quadro depressivo, tentar de alguma forma, trazê-lo ao convívio que antes detinha.

O auto-flagelo, o consumo excessivo e diário de álcool ou drogas e a resolução de pendências antigas e pessoais, são consideradas também, como características depressivas.

Ajude sempre quem está perto de você, sendo o abraço que conforta, o ouvido que compreende, a mão que protege, os olhos que vigiam, o cérebro que orienta; seja um motivador das pessoas que emocionalmente estão fragilizados, pois a luz daqueles que vivem às margens da escuridão, precisa ser acesa.

Prof. Alberto Souza.